quinta-feira, 4 de abril de 2013

Primeira single do disco "Pequena Flor"

Tão feliz e confiante nesse novo ciclo.

No dia 20 de Março, a "Pequena Flor" desabrochou e espero que viva durante um bom tempo. 

Lá vai a primeira single "O que você quer de mim" parceria minha com Ed Andrade e Marcela Bellas.

Amém! Que sempre tudo caminhe bem! :)


terça-feira, 16 de outubro de 2012

A BELEZA SIMPLES DE MÚSICA...

"É tão bom ouvir música, 
sentir música
estudar música, 
musicar qualquer coisa
qualquer coisa que seja rítmica,
que seja obtusamente musical.

Melodiar o que quer,
cantar o que sonha,
assoviar o que ouviu,
batucar a mesa,
pra compassar alguma coisa
que alguém cantarolou

Ser musical é colorir a vida....
então cante, batuque e escute."

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

MUDANÇAS e FASES

Sim!  Eu mudei!
As pessoas mudam, não é?
Elas mudam suas opiniões, suas relações, seu caminho!
Mudam tudo. Transformam o seu olhar.
A mudança traz o real,
traz o necessário,
traz o amaduricemento,
traz a ruptura...

Estava com alguns amigos há alguns dias em uma mesa de bar filosofando sobre a "MUDANÇA". E eis a pergunta: "Toda mudança gera violência?" e logo depois, outra pergunta: "A violência é uma mudança?"....era algo assim... não soube responder.

Tem perguntas que só são respondidas muito tempo depois. Pois bem, eis que surgi  AGORA o argumento da resposta :

Sim, toda mudança é violenta. Acredito que a mudança traz uma violência DENTRO de mim. Não é física, é transformador.

Assim como uma lavra vira borboleta, assim como a água quente vira gelo, assim como a flor, murcha, assim como tudo se transforma e tudo pode ficar mais bonito ou mais feio.

Vivo mudanças violentas o tempo todo. E penso como uma criança: Que bom que o mundo gira. E penso como Caetano: Coisas sagradas permanecem*.

* Mudei o meu jeito de ver o disco de Gal, há um tempo atrás achava nada, hoje acho o tudo.
Olha só, a confirmação de que quase tudo muda o tempo todo dentro de nós.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

A espinha repentina

Uma tristeza repentina apareceu no fim do mês de Julho. Uma mistura que veio de dentro que nem eu consigo descrever. Um misto de saudade com ansiedade, de decepção com clareza, arrependimento com agressividade. Me encontro mambúzia pelos cantos, sem razão, pois nem um desses sentimentos efêmeros tem  razão, simplesmente passam por mim.

Sabe quando aparece uma espinha  no rosto? Pois então, esse sentimento misturado de tudo, veio como uma espinha!- engraçado, pois não ando comendo chocolates  - Apareceu estatelada na face, sem esconder de ninguém, no meio da testa. Quem me olhará, logo reparou! Viu! Uma espinha, um vermelhidão no meio do rosto. Evitei por demais cutucar, pra não ficar marcas.

Nenhuma marca ficará, apenas a lembrança de que tudo um dia mudou. E nasce outro. Outro mês, outro sentimento, outra clareza, outra espinha talvez, talvez um cravo. Um cravo! Melhor. Me parece ser mais leve o que vem pela frente. Que venha o próximo mês, AGOSTO. Gosto de Agosto!

segunda-feira, 26 de março de 2012

O impulso

Uma coisa aqui dentro
aqui dentro alguma coisa
que se mexe, tem vida,
de vez em quando repousa

Ele grita dentro de mim
ele fala: vai! diz! chuta o balde!
mas eu não deixo.

Não posso! Não devo!
Eu temo, sou frágil,
eu centro, respiro...

O tal do impulso é assim
nem sempre tem que sair
de dentro de mim...


E não é que eu disse outro dia pra mim mesma:
"Chega de agir por impulso!"





quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Mais uma vez uma saudade



A beleza do céu, do mar, dos rostos queimados,
o jeito baiano, as calçadas estreitas, a tapioca da esquina,
os chinelos nos pés, o sol batendo no rosto avisando que já é dia,
a água de coco a qualquer hora,
o pôr-do-sol visto de dentro do ônibus no fim do dia,
isso tudo me faz querer ficar.

A Bahia é torta, suja, violenta, errada, mas é um deslumbre! É des-lum-bran-te!
Certa vez fiz uma canção pra Bahia dizendo que voltaria lá
pra matar minha saudade, mas isso não é mais possível.
A saudade dela é constante, volto pra cidade cinza com lágrimas nos olhos.
Acabou chorare e não ficou tudo lindo.
Sempre acontece isso, vou pra lá sorrindo e volto chorando,
chorando por não poder ficar.

Um dia eu vou e não volto!



quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

O que vem do lado de lá?

Meu mistério nem é tão misterioso assim. O que eu sinto é transparente, dá pra ver. Quem olha no fundo dos meus olhos, percebe qual é o mistério que eu tento esconder.

O que acontece do outro lado?
O que se passa com o outro?
É silêncio, é mistério, o que é?
Não poder saber o que acontece do lado de lá,
do lado de dentro de lá
me aflige.

Não quero simpatia, não quero risos e provocações, eu quero a verdade.

É só silêncio?
É mistério?
É nada disso?
É.